terça-feira, 30 de novembro de 2010

♫♫Voar♫♫ Tim & Rui Veloso

Ó meu anjo da guarda, faz-me voltar a sonhar
Faz-me ser astronauta e voar!

domingo, 28 de novembro de 2010

Aimee Mann - Wise Up!



Porque há filmes (e bandas sonoras) assim: inesquecíveis.

sábado, 27 de novembro de 2010

O texto que nunca escrevi *


«It is the unwritten book which might have made the difference. Which might have allowed one to fail better. Or perhaps not.»
George Steiner

Digo muitas vezes, tantas que já nem sei se é a sério se a brincar, que a introdução de My Unwritten Books de George Steiner é a coisa mais bonita que já li. Encerra, em poucas, pouquíssimas linhas, a essência cobarde que reside em cada um de nós. Os livros que Steiner nunca escreveu são as declarações de amor que nunca fizemos, são o café que nunca combinámos, são o beijo que sempre tememos. Os livros que Steiner não escreveu são metáfora de todas as nossas frustrações, todos os nossos ‘se’, todas as nossas possibilidades passadas que gostaríamos futuras, na ilusão de que no futuro faríamos diferente. E a introdução de Steiner, que deveria ser conclusão, na verdade, é a elementar evidência de que somos incapazes de não pensar no que teria sido se tivesse sido. Obrigamo-nos a pensar que o mundo, o nosso mundo, teria sido melhor caso tivéssemos escrito o livro que não escrevemos, como se fosse possível fazer tal cálculo. Não é possível. Não sabemos, nunca saberemos o que teria mudado, seja para melhor, seja para pior. O que apenas nos deixa uma alternativa, que sendo única não deveria ter tal nome: olhar para a frente e deixar de pensar na maravilha de vida que nunca tivemos. Até porque - «or perhaps not» - a vida com o livro escrito poderia muito bem ser tão ou mais infeliz que aquela sem livro nenhum.
*Mas que gostaria muito de ter escrito (se soubesse escrever assim, claro...)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Não, não é (apenas) cansaço...


É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar,
...

Álvaro de Campos

terça-feira, 23 de novembro de 2010

This Is For My People!


É impossível não nos deixarmos contagiar pela batida (e pela alegria!) desta música. Bora lá meter o volume no máximo e cantar: "This is for my people/My people from yesterday/This is for my people/ My people along the way..."

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

Já ouvi e gostei. Muito!

Ora aqui está uma boa oportunidade de contribuir para uma causa nobre - Missão Sorriso - e descobrir excelentes versões das canções da nossa infância. Muito bom. Mesmo!

Instante

Deixai-me com as coisas
Fundadas no silêncio


Sophia de Mello Breyner


sábado, 20 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

"Carneirinhos"

O "carneirismo facebookiano" é uma coisa impressionante. Pede-se aos utilizadores para substituirem a sua foto de perfil por um boneco de BD e toda a gente segue as ordens que nem carneirinhos. Méééééééé!!!!!!!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

No Dia de S. Martinho, como é da praxe,

fizemos o tradicional magusto, na escola.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

(La) SOLITUDE (en moi)

Ainda sabemos cantar

Ainda sabemos cantar,
só a nossa voz é que mudou:
somos agora mais lentos,
mais amargos,
e um novo gesto é igual ao que passou.

Um verso já não é a maravilha,
um corpo já não é a plenitude.


Eugénio de Andrade

sábado, 6 de novembro de 2010

Seal - Secret

Na semana passada, postei este vídeo. Eliminei-o, acidentalmente, mas cá está ele de novo (porque músicas lindas, como esta, não devem ser eliminadas, pois não?...)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Numa palavra: ESPECTACULAR!










Sem dúvida, o melhor concerto que já vi (e olha que já vi muitos!) Ele tem tudo: charme, sentido de humor, à vontade, alegria, sarcasmo q.b e, claro, talento, muito talento. Confesso que superou as minhas expectativas. Valeu a pena o esforço! (sim, fazer 9 horas de viagem e ir trabalhar com uma directa em cima, não foi fácil, mas, como se costuma dizer, quem corre por gosto não cansa:-)