quinta-feira, 30 de junho de 2011

Dia Mundial das Redes Sociais

Ora aqui está um excelente vídeo para comemorar a data e perceber melhor este fenómeno social.


A propósito:

"Em que estás a pensar?..."

terça-feira, 28 de junho de 2011

Mariza - Chuva


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir...

sábado, 25 de junho de 2011

E o manguito vai para...

... todos aqueles que, por mais que lhes diga que quem está de férias são os alunos e não os professores, insistem com as bocas do costume: "Ah! E tal, já de férias, não é?... "

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Hipocrisia

A maior parte das pessoas que eu conheço obriga os filhos (coitados!) a frequentar a catequese só por causa das festas (1.ª comunhão e comunhão solene). No fundo, estes acontecimentos não passam de verdadeiros desfiles de vaidades para ver quem leva a melhor toilette ou faz a melhor festa (em casa ou num bom restaurante).

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O silêncio



Deixai-me com as coisas
Fundadas no silêncio.

Sophia de Mello Breyner

segunda-feira, 20 de junho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

sábado, 18 de junho de 2011

Mentalidade(zinha) de merda!

Quando assisto a injustiças como as que presenciei, hoje, fico revoltada. Revoltada com esta mentalidade que só olha para a aparência exterior (de riqueza!) e para o show off e ignora por completo quem, de facto, trabalha e se dedica com alma e coração às coisas que faz. Revolta-me que uns sejam tratados como filhos e outros como enteados só porque não vestem Chanel nem conduzem Mercedes ou BM's. Recuso-me a compactuar com este tipo de mentalidades. Porque eu não sou assim. E porque eu não posso ser quem não sou. Se alguns podem, é lá com eles.

terça-feira, 14 de junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Poema da Despedida

Não saberei nunca
dizer adeus

Afinal,
só os mortos sabem morrer

Resta ainda tudo,
só nós não podemos ser

Talvez o amor,
neste tempo,
seja ainda cedo

Não é este sossego
que eu queria,
este exílio de tudo,
esta solidão de todos

Agora
não resta de mim
o que seja meu
e quando tento
o magro invento de um sonho
todo o inferno me vem à boca

Nenhuma palavra
alcança o mundo, eu sei
Ainda assim,
escrevo.


Mia Couto