«Faço parte dos que acham que foi longe demais, e que perdeu de vez o sentido de equilíbrio entre o que é governar em crise e o que é ter sentido social de Estado.
Tem a sorte de governar um país onde vivem indivíduos brandos e conformados, que o “pior” que podem fazer é, nas próximas eleições, votar “nos outros”, mudando alguma coisa para que tudo fique na mesma. Porque “os outros”, que estão agora indignados, se lá estivessem fariam o mesmo. E este, se estivesse na oposição, diria, revoltado, o que “os outros” dizem, ou os chumbos que prometem».
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