As palavras de Eugénio nunca estarão gastas, porque são tecidas de luz e manhãs claras, e sabem a amoras bravas no verão. Mesmo quando nos ferem, cruéis, como punhais, as palavras de Eugénio são urgentes. Apetece correr, navegar, morrer dentro delas. Elas são a casa, o sal da língua.
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sexta-feira, 10 de maio de 2024
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
Eugénio, o sal da língua
A poesia de Eugénio de Andrade é tecida de luz e manhãs claras, e sabe a amoras bravas no verão. Mesmo quando nos ferem, cruéis, como punhais, as palavras do poeta são urgentes. Apetece correr, navegar, morrer dentro delas. Elas são a casa, o sal da língua.
sábado, 13 de junho de 2020
O sal da língua
(Imagem copiada da internet)
As palavras de Eugénio nunca estarão gastas porque são tecidas de luz e manhãs claras, e sabem a amoras bravas no verão. Mesmo quando nos ferem, cruéis, como punhais, as palavras de Eugénio são urgentes. Apetece correr, navegar, morrer dentro delas. Elas são a casa, o sal da língua.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Eugénio, sempre!
Canção*
Tinha um cravo no meu balcão;
veio um rapaz e pediu-mo
- mãe, dou-lho ou não?
veio um rapaz e pediu-mo
- mãe, dou-lho ou não?
Sentada, bordava um lenço de
mão;
veio um rapaz e pediu-mo
- mãe, dou-lho ou não?
Dei um cravo e dei um lenço,
só não dei o coração;
mas se o rapaz mo pedir
mãe, dou-lho ou não?
Eugénio de
Andrade
*Uma
pequena homenagem ao (meu) poeta de eleição que nasceu faz, hoje, 90
anos.
veio um rapaz e pediu-mo
- mãe, dou-lho ou não?
Dei um cravo e dei um lenço,
só não dei o coração;
mas se o rapaz mo pedir
mãe, dou-lho ou não?
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